quinta-feira, 24 de maio de 2012

Destruíste,iludiste.


Destruíste iludiste...
desiludiste ti próprio...
deixes-te esse reptorio....
tão improprio...
tão próprio de ti...
tão mero incerto assim...
como comparado ao fim...
ao desgaste...
e ao que lutas-te...
o orgulho...
o desistir de tudo...
fingir e fugir...
e não assumir...
gritar assim em vão...
dar demasiado valor ao coração...
perder por quer...
vejo o acontecer...
cair e sorrir...
como nunca se fosse ir...
e dor...?
simplesmente cala-te...
e ouve...
porque sempre houve...
ade sempre haver...
enquanto tudo quer...
e apenas quando eu já não te tiver...
e nada me quiser...
mas mesmo assim continua...
continua um continuação...
com noção...
mas com uma razão...
sei ela qual for...
porque então que te destruíste a ti proprio?...


- Feito dia 24-05-12 das 19:20 ate as 19:28.

quarta-feira, 23 de maio de 2012

Da melhor maneira


Não faz sentido...então porque dizes que faz...?...já não existe...então porque que sorris-te ?...como queres continuar...? se não há nada quase para lutar...foi o desgastar...foi o ir e vir sem ti...foi quase tudo como assim...comparado a um passatempo...que fez passar o tempo...mas bem aprofundado ate não foi...porque doí... sentes-se...e eu sei...que estar cansado...é estar farto...pelo que não existe...e teimas em quer criar isto que tanto persiste...persegue...mas negas como a maior naturalidade...como se na realidade visse isto milhares de vezes a cada virar de esquina...e a minha ruina seres apenas tu...que me deu a volta...e a revolta... então porque ?...porque que dizes que ainda tudo é o mesmo...sabendo que não o é...como aquela maior maré nos tivesse assombrado...derrubado para aqui...como agora descrevo o fim...eu bem que fui...corri tudo...para perceber...entender...mas nada disso ate ati me levou...sou me perdi mais...só me afoguei em milhares de coisas escritas...descritas e rasgada...por todos os lugares que passei...e tanto enfrentei...e sim...agora talvez entende...que isto me prende...mas grande valor não tiro daqui...sou infeliz mesmo assim...nem metade recebi...foi em busca de tudo...de tudo o que tinha apostado...agora guardado...como pouco significado...e complicado de te dizer...e então porque que achas?...é simples...porque que nunca me disseste...que nada disto ia valer a pena...fizeste-me passar por todo este sabor...por toda esta dor...chegar aqui e viver assim...sem recursos para esquecer...sem nada por ti fazer...porque desfizeste metade daquilo que era...conseguiste que apenas isto fosse razão para abandonar tudo...e esquecer que ainda sou miúdo...para entender coisas desta maneira...porque já não lido com sentimentos como uma brincadeira...é da maneira tambem que fico mais certo...mas mais incerto para acreditar que ainda ades voltar...porque só a dor restou...só as marcas aqui ficou...e consigo...consigo mesmo sentir...como se tudo agora voltasse a repetir...mas sem medo...porque me habituastes...e acho que já faz parte...acho ate que já é banal...tão normal ate ter ficado assim...porque acabas-te por nem sequer saber de mim...e não lidei...agora pouco me importei...fiquei sem sentimentos...agora só como os pensamentos...de algo que me moveu...mexeu...porque entreguei para conseguir...e acabei por sair...de cabeça baixa...mas levanta agora...só para te mostrar...que apesar de não acreditar...que consigo te largar...porque por mim...nada disto....nem nunca mais....me ade prender...nada me ira deixar doente...e não hade ser muito diferente...a todas as horas coisas...mas então vá...já que aqui estou...deixa-me olhar para a minha volta...deixa-me sentir a ultima vez em que nada volta...um pouco de revolta...mas digo-te já que vou deixar tudo.. não em resumo...nem mas da melhor maneira que consigo...


- tão parecido...tão igual...da melhor maneira ou ate da pior...um resumo de dor...uma despedida de todo o meu amor...

- feito dia 23-05-12 das 14:54 continuado das 17:00 ate as 17:50.


segunda-feira, 21 de maio de 2012

Primeiro ultimo e antes


Primeiro que tudo...atitude...cabeça levantada...sem deixar cair uma lágrima...mãos bem firmes sem as abrires...sorriso fechado como algo serio...bem sincero como o teu olhar...não pares de pensar...que é melhor...porque pior tu não és...só não dás o que não tens...e se não da valor...só te alimenta mais essa dor...não serás o ultimo...bem que dizia...és o melhor que havia...mas agora passaram a frente...pensando tu...que és um mero adolescente...mas não és...és adulto de mais para sentir...e bem que tu sabes...que os teus punhos fechados...não são em vão...mas dizem tudo o que vai nessa alma...nesse triste coração...antes ate podias achar que levava tudo na brincadeira...mas já não existe essa maneira...é o direto de mais...é o por mais...é o tar farto...e dizer tudo...sem pensar no poderá acontecer...e o ultimo...será como o ultima chance agora...tu já pudeste ver que lutei acima de tudo...pudeste ver que não só foi a enfrentar...mas acreditei ate agora...por mais difícil que fosse passar...sim já passamos esse tempo como tu vês...mas sinto falta...mesmo muita falta do que eras antes...eu não te conheci assim...tu davas luta...tu davas vontade...davas esperança...não tinha medos do teu lado...mas agora falta isso tudo...e não preciso de acrescentar nada mais...só depois pode conhecer que tinhas um lado tão frio...tão incessível...e agora vês assim...? como eu vejo...e não me engano...nem me quero enganar...não passamos um dia sem discussões...e ambições pergunto eu...? onde elas andam...? onde existem as promessas...? tudo mudou...nada é igual...não foi nem é por mal...tudo o que já te disse nos olhos...pode ter te magoado...mas uma grande verdade...que ano podemos esconder...que acontece a todos os momentos que estamos lado a lado...e sim sei...sei que o ciume mata...mas não tem de obrigação mal tratar...ignorar...e sim tenho azar...mas não quero acabar...tinha motivos...eu tenho...mas existe algo muito forte que me prende a ti...dai a chamar a realidade de qualquer maneira...acredita que ainda consigo ouvir as palavras...aquelas que me magoaram tanto...acredita que por mais uma vez eu tenha perdoado...nunca vou esquecer...daquele jeito tão sincero e marcante...que me o disseste...mas sei...sei que nada pode ser assim...leva então ao nosso fim...e tudo por uma razão...é assim que pretendes ficar...? depois de tudo...? chegar agora e dizer que não valeu de nada...? eu sei...sei...que merecia melhor...mas por agora...vou arriscar...mesmo que magoe...ou acabe por errar...porque prometes-te mudar...e agora só vou esperar para ver...a esperança para ser sincero quase metade se foi...e a confiança...vai se diluindo...como o normal...nada nos leva ate agora a situação mais estável...mas mesmo assim vou acreditar...vou me manter frime...apesar de quase chorar...vou estar aqui para resistir...se não der...acabei por cair...e a reação não será das melhores...mas das piores tambem não poderá ser...(...)

- primeiro...ultimo...e antes...bastante confuso...mas suficiente para entenderes...


- Feito dia 21-05-11 das 17:13 ate as 17:44.

sábado, 19 de maio de 2012

Dor escondida


Dor encobrida...
amiga da tua parte...
escondida...
por algo que não se sabe...
olhar de novo triste...
algo que existe...
mas não fala...
algo como um tiro de uma bala...
dor prendida...
aprendida...
mas não se sabe por quem...
algo por ser assim...
dita como se fosse um fim...
medo então corre...
foge...
como se fosse eu...
mas estou aqui...
mesmo assim...
quase perdido...
rendido...
ao que ditaram...
sentindo que sou um falhado...
pelos erros que te marcam...
mas então deixa...
porque eu não presto...
então deixa esse resto...
para ver se alguma vez mudo...
e esse tudo...
já não sou...
e quem te perdeu e deixou...
fui eu...


- Feito dia 19-05-12 das 10:19 ate as 10:26.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Preso


Preso por queres...preso por não a teres...liberdade roubada...contada a cada palavra...discussão que tudo mudou...tudo o que te levou...ser igual...ou diferente que eras...passaram mais de mil primaveras... não vieste cá ver...fizes-te tudo perder...fizes-te o odio ganhar...acreditar então...? onde ele exisitou...? quase um dia no calendário para a minha saída...e eu já tão habituado a esta rotina...agarro nas folhas que escreves-te...lembro-me de todas as presenças que cá tivesses-te...pergunta agora...quase invalidada...data quase retardada...resposta então minha para dar...mas não a vou dar...prefiro assim... prefiro o orgulho ser superior a mim...já que sempre foi considerado alguém assim...mas o que tem haver comigo...? cuidei...tratei tudo da melhor maneira...e é assim...a paga da minha vida inteira...? perdi...não ganhei...ganhou o outro resto...como se tivesse dado o empréstimo...de tudo o que era meu...agora teu por ganancia...ignorância...atitude que nunca cheguei a compreender...só a ver...porque era o meu único direito...sujeito foi mesmo eu...parte da minha estive lá...tu por cá...enquanto nada fazia sentindo nem valor...e dor...? era o que eu sinta...
faltava quase uma hora...já nem era um dia...já tinha tudo arrumado...guardado dentro de mim.. só por aqui...como parte de mim isto já pertencesse...e sabes que mais...a sensação que sentia a cada segundo...era de raiva...não de felicidade como esperava...meti então a mão a chave...como se aquela porta fosse abrir...e o que caia por mim...era lágrimas...de nunca mais poder ver...de nunca mais puder te esquecer...porque não só foram anos...foram recordações...momentos que não só marcaram...mas magoaram...e quando não dou por isso...olho para o relógio... já eram seis da manhã...estava na hora...mas agora sem ninguém...sozinho sem rumo...passou rapido...rapido de mais...como se vinte e quatro horas fossem...e como assumo isto tudo...sem lugar para onde ir...sem sitio para onde seguir... não era fácil este momento...continuava tudo no meu pensamento...começa a decadência da minha parte...deixava de raciocinar... só queria pensar um pouco...tudo me apertava...a liberdade nunca mais chegava...ate a deste dia...deste ate de mais...isso não fazia sentindo...fazia ainda mais perdido...mas tu lá sabias...as coisas que fazias...chegava então a altura...dura...prematura...como se de nada contribuísse para a minha felicidade...na verdade quando cá fora cheguei...nada de ti encontrei...percebi então...que tinha vivo na tua influencia...na tua presença...e tu...tinhas me abandonado...mal tratado...e nunca cheguei a libertar a minha mente...sempre tive dependendente desta prisão...desta toda confusão...que me tronei...não deu certo...só nós mudamos isto tudo...e nunca vimos...agora talvez me culpes...julgues...e digas que foi apenas eu...mas eu sei o que fiz...nunca me esqueci...mas agora tu...tu já nem sei...já nem sei em que parte vou estar...só quero estar num lugar em que nunca mais sabia da minha existência...que nunca mais venhas a ver a minha presença...porque eu...eu não quero ser considerado nem julgado do que fui...


- Levaste e arrumas-te...tanto sentimento como eu por dentro...preso aqui fiquei...mas certo te abandonei...


- Feito dia 17-05-12 das 15:09 continuado das 18:40 ate as 18:56.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

O ator


Sou o ator...apresentador da dor...aquele que finge tudo...o que representa para este mundo...aquele que soube aos maiores palcos...aquele que é capaz de fazer inúmeros atos...sente e tambem não...por vezes ate leva tudo em vão...por vezes toca...chora mas o que importa...é a expressão mais do que dada...ensinada e marcada...algo desde o inicio...como se fosse um único vicio...como que por vezes fosse a tua propria arte...mas é parte...dessa metade...e quem sabe...se isso não e reconhecido...neste momento tão vago e desconhecido...é como algo que há anos trabalhasses...nem estranhasses...mas agora estranhas...e pouco entranhas...mas nem sempre há sorte...e é como se fosse a vida comprada a morte...nem sempre podes ter o melhor papel...mas fazes tudo o que é dado...es obrigado...por mais que tudo seja arriscado...agora talvez não tão pouco sentido...mas perdido...mas do mesmo género...algo concreto...mas difícil...e tentar imitar não seria a melhor solução...quase metade do dia em vão passado...e passas-te...pouco ligas-te...mas os olhos abriste...mentiste para proteger...sabias de tudo o que ia acontecer...sabias que eras o vilão...algo que marcou tanto o teu pensamento...e fez-te ver quem tu és por dentro...se eu fosse autor...eliminava toda essa dor...nada disso existia...só algo do género da fantasia...mas se fosse...se fosse só pouco disso...como descreve...nem mostrava...ignorava e passava...mas estou inserido...não na ficção...e não é como parece...mas na realidade e ela que permanece...e nem um pouco se faz esquecer...e cada coisa que faça faz aparecer...é como esteja entregue...a destruição...a tudo o que me prende o coração...tentei largar...largar só um pouco...e respirar fora da personagem...parecia ver uma margem...mas algo tão pouco sincero...metade de mim como se fosse considerado já velho...e nem objetivo tivesse...e tudo o resto fosse apenas tu... então faz o que quiseres de mim...mete-me como se fosse um figurante...alguém pouco interessante...acaba como tudo o resto...com algo sincero...bem breve e direto...como se de mais nada valesse...como se o teu olhar agora me comesse...como se fosses esquecer de tudo o que ajudei nesta entrada...e para ti já não houvesse mais nada...depois quem ficou com a fama foi eu...mas entreguei tudo o que não era meu...calei então a minha voz...como se de nós tratasse...como se da verdade falasse...meu amigo tu ai...ainda bem que me atiras-te do palco abaixo...se não tinha feito isto um desastre...sai fora de mim... não era nada disto assim...sai de lá outra vez eu...como se nada fosse...e acabei por perguntar onde foste...foi eu...só eu é que me criei num ator...desempanhador...na mudança de sentimentos...argumentos...que nunca foram meus...mas metades teus...deixa então...larga...como tudo voltasse acontecer...como tu voltasses a cometer...algo tão indeciso....quase então como parte acabada...como só eu tambem agisse desta maneira...como visse outro panorama...drama como a parte...como agora partisse para ser encenador...e não como este ator...e da dor nem sequer ouvisse...mas tudo disto sentisse...como tambem nada disto visse...porque eu quero...quero me livrar...de tudo o que foi encenar...e agora faz-me tanto pensar...se disto a minha vida vou fazer...


- fiz o melhor enquanto tive o papel...sofri enquanto olhava para ele...foi entregado então assim...como se algo tivesse haver comigo...


- feito dia 16-05-12 das 14:10 continuado das 20:00 ate as 20:05.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Pensamento


Pensamento derrotista...
egoísta de ti próprio...
mensagem escrita...
como algo óbvio...
decadência que faz parte...
e parte cedo...
logo dai nasce o teu medo...
da tua mente...
tudo se sente...
vindo de fora vindo dentro...
marca então o inicio...
algo nunca antes visto...
cada pedra desta calçada...
é comparada com a minha magoa...
e aqui...
tudo um pouco é contra mim...
olhar cansado então...
em vão...
e de novo derrotista...
ambicionista...
da esperança...
e de tudo o que não alcança...
lagrima quase a descrever...
mas existe algo que a faz prender...
comparado a tanto...
no entretanto..
tão ingrato...
barato...
por não ser...
e vencer...?
é a arte ate morrer...


- Feito dia 14-05-12 das 18:18 continuado das 20:05 ate as 20:13.