segunda-feira, 21 de maio de 2012

Primeiro ultimo e antes


Primeiro que tudo...atitude...cabeça levantada...sem deixar cair uma lágrima...mãos bem firmes sem as abrires...sorriso fechado como algo serio...bem sincero como o teu olhar...não pares de pensar...que é melhor...porque pior tu não és...só não dás o que não tens...e se não da valor...só te alimenta mais essa dor...não serás o ultimo...bem que dizia...és o melhor que havia...mas agora passaram a frente...pensando tu...que és um mero adolescente...mas não és...és adulto de mais para sentir...e bem que tu sabes...que os teus punhos fechados...não são em vão...mas dizem tudo o que vai nessa alma...nesse triste coração...antes ate podias achar que levava tudo na brincadeira...mas já não existe essa maneira...é o direto de mais...é o por mais...é o tar farto...e dizer tudo...sem pensar no poderá acontecer...e o ultimo...será como o ultima chance agora...tu já pudeste ver que lutei acima de tudo...pudeste ver que não só foi a enfrentar...mas acreditei ate agora...por mais difícil que fosse passar...sim já passamos esse tempo como tu vês...mas sinto falta...mesmo muita falta do que eras antes...eu não te conheci assim...tu davas luta...tu davas vontade...davas esperança...não tinha medos do teu lado...mas agora falta isso tudo...e não preciso de acrescentar nada mais...só depois pode conhecer que tinhas um lado tão frio...tão incessível...e agora vês assim...? como eu vejo...e não me engano...nem me quero enganar...não passamos um dia sem discussões...e ambições pergunto eu...? onde elas andam...? onde existem as promessas...? tudo mudou...nada é igual...não foi nem é por mal...tudo o que já te disse nos olhos...pode ter te magoado...mas uma grande verdade...que ano podemos esconder...que acontece a todos os momentos que estamos lado a lado...e sim sei...sei que o ciume mata...mas não tem de obrigação mal tratar...ignorar...e sim tenho azar...mas não quero acabar...tinha motivos...eu tenho...mas existe algo muito forte que me prende a ti...dai a chamar a realidade de qualquer maneira...acredita que ainda consigo ouvir as palavras...aquelas que me magoaram tanto...acredita que por mais uma vez eu tenha perdoado...nunca vou esquecer...daquele jeito tão sincero e marcante...que me o disseste...mas sei...sei que nada pode ser assim...leva então ao nosso fim...e tudo por uma razão...é assim que pretendes ficar...? depois de tudo...? chegar agora e dizer que não valeu de nada...? eu sei...sei...que merecia melhor...mas por agora...vou arriscar...mesmo que magoe...ou acabe por errar...porque prometes-te mudar...e agora só vou esperar para ver...a esperança para ser sincero quase metade se foi...e a confiança...vai se diluindo...como o normal...nada nos leva ate agora a situação mais estável...mas mesmo assim vou acreditar...vou me manter frime...apesar de quase chorar...vou estar aqui para resistir...se não der...acabei por cair...e a reação não será das melhores...mas das piores tambem não poderá ser...(...)

- primeiro...ultimo...e antes...bastante confuso...mas suficiente para entenderes...


- Feito dia 21-05-11 das 17:13 ate as 17:44.

sábado, 19 de maio de 2012

Dor escondida


Dor encobrida...
amiga da tua parte...
escondida...
por algo que não se sabe...
olhar de novo triste...
algo que existe...
mas não fala...
algo como um tiro de uma bala...
dor prendida...
aprendida...
mas não se sabe por quem...
algo por ser assim...
dita como se fosse um fim...
medo então corre...
foge...
como se fosse eu...
mas estou aqui...
mesmo assim...
quase perdido...
rendido...
ao que ditaram...
sentindo que sou um falhado...
pelos erros que te marcam...
mas então deixa...
porque eu não presto...
então deixa esse resto...
para ver se alguma vez mudo...
e esse tudo...
já não sou...
e quem te perdeu e deixou...
fui eu...


- Feito dia 19-05-12 das 10:19 ate as 10:26.

quinta-feira, 17 de maio de 2012

Preso


Preso por queres...preso por não a teres...liberdade roubada...contada a cada palavra...discussão que tudo mudou...tudo o que te levou...ser igual...ou diferente que eras...passaram mais de mil primaveras... não vieste cá ver...fizes-te tudo perder...fizes-te o odio ganhar...acreditar então...? onde ele exisitou...? quase um dia no calendário para a minha saída...e eu já tão habituado a esta rotina...agarro nas folhas que escreves-te...lembro-me de todas as presenças que cá tivesses-te...pergunta agora...quase invalidada...data quase retardada...resposta então minha para dar...mas não a vou dar...prefiro assim... prefiro o orgulho ser superior a mim...já que sempre foi considerado alguém assim...mas o que tem haver comigo...? cuidei...tratei tudo da melhor maneira...e é assim...a paga da minha vida inteira...? perdi...não ganhei...ganhou o outro resto...como se tivesse dado o empréstimo...de tudo o que era meu...agora teu por ganancia...ignorância...atitude que nunca cheguei a compreender...só a ver...porque era o meu único direito...sujeito foi mesmo eu...parte da minha estive lá...tu por cá...enquanto nada fazia sentindo nem valor...e dor...? era o que eu sinta...
faltava quase uma hora...já nem era um dia...já tinha tudo arrumado...guardado dentro de mim.. só por aqui...como parte de mim isto já pertencesse...e sabes que mais...a sensação que sentia a cada segundo...era de raiva...não de felicidade como esperava...meti então a mão a chave...como se aquela porta fosse abrir...e o que caia por mim...era lágrimas...de nunca mais poder ver...de nunca mais puder te esquecer...porque não só foram anos...foram recordações...momentos que não só marcaram...mas magoaram...e quando não dou por isso...olho para o relógio... já eram seis da manhã...estava na hora...mas agora sem ninguém...sozinho sem rumo...passou rapido...rapido de mais...como se vinte e quatro horas fossem...e como assumo isto tudo...sem lugar para onde ir...sem sitio para onde seguir... não era fácil este momento...continuava tudo no meu pensamento...começa a decadência da minha parte...deixava de raciocinar... só queria pensar um pouco...tudo me apertava...a liberdade nunca mais chegava...ate a deste dia...deste ate de mais...isso não fazia sentindo...fazia ainda mais perdido...mas tu lá sabias...as coisas que fazias...chegava então a altura...dura...prematura...como se de nada contribuísse para a minha felicidade...na verdade quando cá fora cheguei...nada de ti encontrei...percebi então...que tinha vivo na tua influencia...na tua presença...e tu...tinhas me abandonado...mal tratado...e nunca cheguei a libertar a minha mente...sempre tive dependendente desta prisão...desta toda confusão...que me tronei...não deu certo...só nós mudamos isto tudo...e nunca vimos...agora talvez me culpes...julgues...e digas que foi apenas eu...mas eu sei o que fiz...nunca me esqueci...mas agora tu...tu já nem sei...já nem sei em que parte vou estar...só quero estar num lugar em que nunca mais sabia da minha existência...que nunca mais venhas a ver a minha presença...porque eu...eu não quero ser considerado nem julgado do que fui...


- Levaste e arrumas-te...tanto sentimento como eu por dentro...preso aqui fiquei...mas certo te abandonei...


- Feito dia 17-05-12 das 15:09 continuado das 18:40 ate as 18:56.

quarta-feira, 16 de maio de 2012

O ator


Sou o ator...apresentador da dor...aquele que finge tudo...o que representa para este mundo...aquele que soube aos maiores palcos...aquele que é capaz de fazer inúmeros atos...sente e tambem não...por vezes ate leva tudo em vão...por vezes toca...chora mas o que importa...é a expressão mais do que dada...ensinada e marcada...algo desde o inicio...como se fosse um único vicio...como que por vezes fosse a tua propria arte...mas é parte...dessa metade...e quem sabe...se isso não e reconhecido...neste momento tão vago e desconhecido...é como algo que há anos trabalhasses...nem estranhasses...mas agora estranhas...e pouco entranhas...mas nem sempre há sorte...e é como se fosse a vida comprada a morte...nem sempre podes ter o melhor papel...mas fazes tudo o que é dado...es obrigado...por mais que tudo seja arriscado...agora talvez não tão pouco sentido...mas perdido...mas do mesmo género...algo concreto...mas difícil...e tentar imitar não seria a melhor solução...quase metade do dia em vão passado...e passas-te...pouco ligas-te...mas os olhos abriste...mentiste para proteger...sabias de tudo o que ia acontecer...sabias que eras o vilão...algo que marcou tanto o teu pensamento...e fez-te ver quem tu és por dentro...se eu fosse autor...eliminava toda essa dor...nada disso existia...só algo do género da fantasia...mas se fosse...se fosse só pouco disso...como descreve...nem mostrava...ignorava e passava...mas estou inserido...não na ficção...e não é como parece...mas na realidade e ela que permanece...e nem um pouco se faz esquecer...e cada coisa que faça faz aparecer...é como esteja entregue...a destruição...a tudo o que me prende o coração...tentei largar...largar só um pouco...e respirar fora da personagem...parecia ver uma margem...mas algo tão pouco sincero...metade de mim como se fosse considerado já velho...e nem objetivo tivesse...e tudo o resto fosse apenas tu... então faz o que quiseres de mim...mete-me como se fosse um figurante...alguém pouco interessante...acaba como tudo o resto...com algo sincero...bem breve e direto...como se de mais nada valesse...como se o teu olhar agora me comesse...como se fosses esquecer de tudo o que ajudei nesta entrada...e para ti já não houvesse mais nada...depois quem ficou com a fama foi eu...mas entreguei tudo o que não era meu...calei então a minha voz...como se de nós tratasse...como se da verdade falasse...meu amigo tu ai...ainda bem que me atiras-te do palco abaixo...se não tinha feito isto um desastre...sai fora de mim... não era nada disto assim...sai de lá outra vez eu...como se nada fosse...e acabei por perguntar onde foste...foi eu...só eu é que me criei num ator...desempanhador...na mudança de sentimentos...argumentos...que nunca foram meus...mas metades teus...deixa então...larga...como tudo voltasse acontecer...como tu voltasses a cometer...algo tão indeciso....quase então como parte acabada...como só eu tambem agisse desta maneira...como visse outro panorama...drama como a parte...como agora partisse para ser encenador...e não como este ator...e da dor nem sequer ouvisse...mas tudo disto sentisse...como tambem nada disto visse...porque eu quero...quero me livrar...de tudo o que foi encenar...e agora faz-me tanto pensar...se disto a minha vida vou fazer...


- fiz o melhor enquanto tive o papel...sofri enquanto olhava para ele...foi entregado então assim...como se algo tivesse haver comigo...


- feito dia 16-05-12 das 14:10 continuado das 20:00 ate as 20:05.

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Pensamento


Pensamento derrotista...
egoísta de ti próprio...
mensagem escrita...
como algo óbvio...
decadência que faz parte...
e parte cedo...
logo dai nasce o teu medo...
da tua mente...
tudo se sente...
vindo de fora vindo dentro...
marca então o inicio...
algo nunca antes visto...
cada pedra desta calçada...
é comparada com a minha magoa...
e aqui...
tudo um pouco é contra mim...
olhar cansado então...
em vão...
e de novo derrotista...
ambicionista...
da esperança...
e de tudo o que não alcança...
lagrima quase a descrever...
mas existe algo que a faz prender...
comparado a tanto...
no entretanto..
tão ingrato...
barato...
por não ser...
e vencer...?
é a arte ate morrer...


- Feito dia 14-05-12 das 18:18 continuado das 20:05 ate as 20:13.

domingo, 13 de maio de 2012

Ainda falas


Ainda falas...como de superioridade tratasse...como todo o tema me chocasse...amanha então começada...inicio de cada palavra...tudo igual ao que trouxe...tudo isto se tu não fosses...mais um papel amachucado ao pé de mim...algo vindo de mim assim...existe mais uma vez...algo que me trás os porquês...soco entao acabado de dar naquele vidro...este que ficou partido...fiquei sentido...como tu para mim fosses o meu idolo...silêncio então a descrever...como de nada já quisesse saber...abro a porta da rua...fecho ela e não olho para trás...tras-me então a paz...porque o teu eco me pressiona...e emociona...quando não quero...ser sincero...mais do que isto...seria deitar tudo no lixo...que rua então é esta?...que me testa...como se fosse escrever tudo de novo...como eu ainda te tratasse como um miudo novo...olhar então meu inocente...coração frio que já não sente...resposta como se tu tivesses ai...de novo a loucura como se não houvesse fim...subo a rua mais inclinada...como o declive de cada palavra...lágrimas já no meu rosto...como tudo fosse este oposto...sinto como se fosse cada pedra da calça...como se não houvesse nada...nada como a minha volta existisse...como após isto risse...peguei numa pedra...atirei para o rio...como acabasse de ver o mais sóbrio e sombrio...como ainda acabasse de ouvir a tua voz...olhasse e perguntasse...o que fazias aqui...como de nada tivesse conhecimento...e tudo a minha volta levasse o pensamento...mãos quentes as minhas estão...o que faço eu então...? como eu de preso me tratasse...como nada mais me ligasse...uma raiva que de novo inicia...que aquece o meu sangue...mas tanta coisa e já não sei por onde ando...peguei no que tinha rasgado...mas faltava algo...estava tudo errado...tinha chegado aqui...paisagem tão irreconhecível...mas sensível como eu...que nome dava eu a isto...? tudo o que sempre tenho visto...repetição sempre prolongada...como esta rua fosse tão larga como uma auto estrada...passos meus ficaram marcados...como os caminhos de ferros entrelaçados...voz que ainda persegue...e não teimas em calar...tudo o que agora me faz chorar...chamas e voltas a chamar...como a memoria falhasse...como o eco por si falasse...arrasto da minha mão então...para juntar o rascunho...e o punho em sangue daquele vidro que parti...o muro quase ditava o que escolhi...mas pergunto...para que valia a queda...? se nada nega...o que lá estava...nunca iria valer de nada...que falta então é esta ?...que resta para ver...se ainda me fases mover...pelo que deixas-te...e então assim me marcas-te...olho para as horas e já vi que é tarde...vou ficar calado igual aquele cobarde...termino e deixo aqui a caixa...quem quiser que abra...ou apenas rache...quero voltar...abraçar...a minha casa como uma criança...este que não impede a distancia...a que não sabe ler...a que não sabe o que fazer...fecho os olhos então...como um refugio para o meu consolo da solidão...emoção tão grande acabo eu por sentir...rir e ao mesmo tempo ficar assim...que frase foi então essa..? que deixou...e ditou esta promessa...que me fez procurar o lugar do fim...e dizer que isto era o melhor para mim...?


- quem foi autor e compositor da dor mais prolongada...? quem deixou esta mensagem inacabada...? ainda me fazes continuar...mas juro-te que irei terminar...


- Feito dia 13-05-12 das 19:46 continuado das 21:00 ate as 21:13.

sábado, 12 de maio de 2012

Teu lado


Teu lado cansativo...o teu lado mais do cansado...um olhar perturbado...algo que não conheces...pensamento que reconheces...calor instável que te mete medo...um sonho que esconde um segredo...o lado das palavras que imaginas...essa imaginação atormentar o teu coração...pergunta-me então que lado é este...que erro foi esse que cometes-te...que ilusão é esta que vejo...e assim me entregas-te...como se amanhã tu perdoasses...custa então ver...como tudo foi se perder...de novo um calor e uma sombra da tua imagem...e a paisagem mais cinzenta...e a ponta da caneta terminar...agora o meu olhar estranho...como se disse tudo por aqui...e o resto fica-se assim...o silêncio agora inicia...como um toque de algo novo se tratasse...como tudo se agora recuperasse...e nada disto agora imaginasse...porque deste lado eu vejo... alguém disso tambem sinto...e calo...mas nasce um dialogo...algo que te perturba...empurra...como se de nada tratasse...como se nada fosse...mas a mim matasse...é este...será mesmo este...? lugar que nunca esperei...paredes que nunca visitei...e tu...como se tivesses ali...esperasses por mim na altura certa...e quando abrisse a porta...havia só uma nota...nela dizia que estarias sempre presente...apesar de ausente...a tua presença fosse...algo vago então...como se fosse começar a minha solidão...ruas desconhecidas...estradas incertas...ainda que esperança tivesse...por mais nada que houvesse...chamavas então o meu lado realista...protagista...da angustia...desemparado da verdade...alguém que acreditava mais que a realidade...sem tempo..sem lugar...sem margem por onde parar...coração pequeno e grande mente...espaço que larguei...e desacreditei...a tinta da caneta então terminava...historia então acabada...as lágrimas quase a querem se soltar...mas crio o poder das segurar...com a tinta fiquei nas mãos...como o calor fosse tudo então...escondi tudo o que precisava...mas de mais nada precisei...quis viver assim...triste mas aqui cheguei...mas agora te perguntei...que lado é esse que te esconde...que tu perdes e nem onde dizes viver...o que aconteceu...acontecesse...algo que ainda permanece...essa passado que tentas-te por de lado...mas agora vives mesmo ao lado...grande orgulho que tiveste...que tudo sem medo disseste...a dor então foi correndo em mim...como tudo fosse aproveitar como houvesse fim...existia então uma rua sombria e negra...sem qualquer poema...mas como um tema...confuso e obscuro...como sempre eu soubesse de tudo...de novo volto a ver o que é esse lado...como tu aqui tivesses deixado tudo...pergunta-me então a mim...o que faço aqui...? o que foi eu para ti...enquanto deixei o silêncio falar...enquanto deixei tudo passar...respiração profunda foi a minha...enquanto vi as linhas...aquelas margens como se fosses tu a dizer tudo...como a minha reação tivesse acabado...e iniciado um luto...e eu pergunto-me...como se algo inultile se tratasse...porque rasguei e acabei por chorar...como as minhas lágrimas fossem uma maré de um mar...como se nada fosse mudar...como eu continuasse a olhar...e tu para mim fosses ainda esse perdido...que em num lugar foi esquecido...


- lentamente o dia terminou...fui a todos os lugares...mas nada de ti aqui chegou...foste tu quem mudou...? o esse teu lado assim te levou?...


- Feito dia 12-05-12 das 18:58 continuado das 21:00 ate as 21:19.